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SOBRE O PORTO
Esta é a cidade dos lugares onde o tempo assentou raízes nas marcas da história, nas inovações dos cronistas, nas lendas retidas no imaginário popular, a cidade das ruas e travessas, largos e recantos, escadas, vielas e jardins, com nomes e referências sedimentadas nos séculos. A cidade de significados plurais, divergentes, complementares. Porta de entrada e centro vital do Norte, cabeça do território de onde Portugal nasceu e teve nome, esta é a cidade orgulhosa de si, leal e indomável – segundo o próprio brasão.
Esta é a cidade dos contrastes: burguesa e cosmopolita, conservadora e inovadora, individualista, familiar e comunicativa, ribeirinha e atlântica, minhota-duriense e europeia, a cidade dos reencontros: tempo e memória, continuidade e mudança, intimidade e fascínio.

Datas Históricas
c.1000 a.C. Origem do Povoado, no morro da Sé.
589 Primeira referência a um bispo Portucalense.
868 A cidade de Portucale é apresada por Vímara Peres.
1120 O burgo portuense é doado ao bispo D. Hugo, por D. Teresa.
1123 D. Hugo concede Carta de Foral aos habitantes da cidade.
1325 D. Afonso IV manda iniciar a construção da sua Alfândega, na zona ribeirinha.
1369 Primeiro alargamento do termo do concelho.
1384 O Porto manifesta o seu apoio a D. João, mestre de Avis.
1394 Nascimento do Infante D. Henrique.
1415 D. Henrique prepara na cidade parte da frota que tomará Ceuta. Segundo a tradição, este episódio trouxe aos portuenses o epíteto de tripeiros.
1517 O Rei D. Manuel I concede novo Foral ao Porto.
1582 Durante o período de domínio filipino, é criado o Tribunal e Casa da Relação do Porto.
1725 Chega à cidade o arquitecto italiano Nicolau Nasoni.
1757 Motim popular contra a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro.
1763 Início do funcionamento da Junta de Obras Públicas, presidida por João de Almada e Melo, que traça pela primeira vez, um plano de desenvolvimento da cidade.
1808 Sublevação popular contra os invasores franceses.
1820 A 24 de Agosto, um levantamento militar, marca o início da Revolução Liberal.
1832 Início do Cerco do Porto, episódio das lutas entre liberais e absolutistas.
1832 Fundação da Associação Comercial do Porto.
1836 Lordelo, Foz e Campanhã são anexadas ao concelho do Porto.
1837 Paranhos é igualmente integrada no concelho.
1846 Constitui-se a Junta Provisória do Governo Supremo do Reino e tem início a Patuleia.
1865 Inauguração do Palácio de Cristal, com a exposição Internacional do Porto.
1881 Correia de Barros apresenta um plano urbanístico, com vista ao desenvolvimento equilibrado da cidade.
1887 Decisão da abertura da Estrada da Circunvalação.
1891 Revolta republicana do 31 de Janeiro.
1892 Edição da Planta Topográfica da cidade, levantada por Telles Ferreira.
1895 Integração no concelho das freguesias de Aldoar, Nevogilde e Ramalde.
1915 É apresentado, pelo arquitecto inglês Barry Parker, o plano para “Renovação da Zona Central”, que será parcialmente executado.
1919 Tentativa da restauração monárquica, conhecida por Monarquia do Norte.
1934 O Palácio de Cristal recebe a Exposição Colonial Portuguesa.
1958 Apoio popular à candidatura de Humberto Delgado.
1962 O “Plano Director da Cidade do Porto”, de Robert Auzelle, surge como nova tentativa de planeamento urbanístico.
1991 Criada a Fundação para o Desenvolvimento da Zona Histórica do Porto.
1996 O Centro Histórico do Porto é incluído n lista do Património Mundial pela UNESCO.
2001 O Porto é, juntamente com Roterdão, Capital Europeia da Cultura.
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